Meu tudo, meu sentido de vida
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Versos escrios ao vento
Escrevo versos ao vento
Que vão embora para não
Mas voltar
Escrevo sem esperanças
E me canço de chorar.
Os prantos caem ao chão
Gota a gota sem parar,
Versos estranhos, abatidos
Que não vão mais voltar
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